Category Archives: Usabilidade

[INFOGRÁFICO] 33 DICAS SOBRE WEBDESIGN E USABILIDADE QUE IRÃO ALAVANCAR SUAS CONVERSÕES

Usabilidade e Conversão andam lado a lado.

Entretanto, poucos sites dão a devida atenção a experiência do usuário como forma de conseguir alavancar suas conversões.

Veja todos os detalhes sobre Usabilidade e Conversão no infográfico logo abaixo.

Eu irei compartilhar 33 dicas sobre design e usabilidade que irão transformar simples pesquisadores em compradores.

Veja algumas estatísticas abaixo sobre Usabilidade:

  • 40% das pessoas abandonarão uma página da web se ela demorar mais que três segundos para carregar;
  • 46% dos usuários móveis relataram ter dificuldade de interagir com uma página web, e 44% reclamaram que a navegação era difícil;
  • Apenas 55% das empresas estão atualmente realizando algum teste online de experiência do usuário.

Pensando na importância do assunto, o Viver de Blog produziu um rico infográfico com absolutamente tudo sobre Usabilidade e Conversão.

Clique na imagem abaixo para baixar uma versão em alta qualidade desse infográfico:

[Viver de Blog] Infográfico Conversão e Usabilidade-600px

» Clique Aqui para baixar uma versão em Alta Resolução desse infográfico «

Coloque esse Infográfico no seu site (Copie e Cole o código HTML)

Fatos e Estatísticas para Tweetar:

  1. (tweet) 40% das pessoas abandonarão uma página da web se ela demorar mais que três segundos para carregar.
  2. (tweet) $1.1 trilhão das vendas do varejo em 2011 foram influenciadas pela web.
  3. (tweet) 46% dos usuários móveis relataram ter dificuldade de interagir com uma página web, e44% reclamaram que a navegação era difícil.
  4. (tweet) A taxa de rejeição (bounce rate) em um site pode até dobrar se ele demorar mais de 4 segundos para carregar e aumentar em até 150% se ele demorar mais de 8 segundos.
  5. (tweet) Mais de 80% dos empresários consideram o aumento global da conversão com sendo de alta prioridade para seus programas de otimização de site.
  6. (tweet) 78% dos clientes entrevistados afirmaram que sua companhia era extremamente ou muito empenhada em oferecer a melhor experiência online para o usuário.
  7. (tweet) 48% dos usuários dizem que se eles visitam um site de negócios que não está funcionando bem no celular, eles tomam isso como uma indicação de que a companhia simplesmente não está se importando com o consumidor.
  8. (tweet) 62% das companhias que projetam um site especificamente para celulares verificam um aumento nas suas vendas.
  9. (tweet) Apenas 55% das empresas estão atualmente realizando algum teste online de experiência do usuário.
  10. (tweet) 86,6% das pequenas e médias empresas citam websites como a sua tática de marketing mais importante.
  11. (tweet) 90% das pessoas usam várias janelas de trabalho ao mesmo tempo, indicando que a grande maioria realiza multi-tarefas.

Você gostou desse Infográfico sobre Usabilidade e Conversão?

Espero que você tenha gostado das informações no infográfico e aplique no seu site e na sua empresa.

Se você gostou desse artigo e infográfico, por favor compartilhe com seus amigos.

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O QUE STEVE JOBS, APPLE E A MINHA AVÓ ME ENSINARAM SOBRE DESIGN, FOCO E SIMPLICIDADE

blog-design

Férias, início de 2012. O período era o símbolo de curtição para muitos, mas não para ele.

Ele havia decidido passar boa parte de suas férias em busca de produzir um inédito material sobre investimentos aqui no Brasil.

Foram 3 meses de muito estudo, trabalho e madrugadas à dentro para dar vida a um projeto ambicioso, que ajudaria milhares de pessoas.

Porém, apesar desses resultados, ele mal sabia que um simples acontecimento iria marcar sua vida para sempre.

Tudo estava indo muito bem na produção de conteúdo desse material. Afinal, ele dominava o assunto e praticava exatamente o que ensinava.

Porém, o que ele não dominava, era transformar complicadas ideias em belos conceitos visuais.

Imagens e gráficos atraentes e fáceis de se entender e aplicar.

No mercado de investimentos, contaminado por clichês econômicos, ele sabia que uma linguagem mais simples, sem ser simplista, aliada a um forte design, seria o ingrediente perfeito para alcançar seu objetivo de trazer riqueza real a vida de várias pessoas.

Após longos meses, o conteúdo escrito estava pronto e era hora de pensar no ingrediente “X”, o design.

Uma procura por profissionais no mercado, mostrou a ele que um designer padrão estava disposto a cobrar em torno de R$ 1.000 a R$ 1.500 pelo valor de um eBook.

Ele era um estudante de 23 anos… E como todo estudante que se preze, ele ia todo dia de Mercedes para a faculdade.

Não o carro, mas o ônibus, em pé, junto com dezenas de pessoas em busca de uma oportunidade e um futuro melhor.

Ele não era um estagiário e ainda dependia da mesada dos pais para bancar seus custos.

Pagar um valor acima de R$ 1.000 em um projeto incerto, parecia, no mínimo, assustador para esse estudante.

Afinal, vindo de uma família de engenheiros e cursando economia, ele também pensava sobre o retorno sobre investimento que teria através desse eBook.

O futuro se mostrava confuso e indeciso… até que algo inesperado apareceu à sua frente.

Uma luz no fim do túnel

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Em mais uma de suas pesquisas, ele descobriu um vídeo na internet sobre design para eBooks.

Era uma apresentação mostrando números, estatísticas e as tendências sobre o uso de eBooks, ao invés de livros tradicionais.

O design dessa apresentação e do eBook que a acompanhava, era tão fantástico que foi como se ele conseguisse enxergar, enfim, uma luz no fim do túnel para resolver seus problemas.

Ele viu e reviu o vídeo diversas vezes, maravilhado sobre como essa apresentação informava e cativava sua atenção, deixando nele um sorriso de gratidão no rosto após o término do vídeo.

Sem pensar duas vezes, ele decidiu entrar em contato com o designer que havia produzido todo esse material. “Quem sabe ele pudesse ser a pessoa ideal para o design do eBook?” –  ele pensou.

Porém, ele não esperava que o investimento para contratar esse profissional era 5 vezes mais caroque os demais profissionais.

Se R$ 1.000 já era um valor considerável para esse estudante sem renda, imagina o valor de R$ 5.000?

Ele se perguntava a todo momento porque esse serviço era tão caro em comparação aos demais designers?

E por que não fazer tudo por conta própria e ainda economizar esse valor todo?

Então, na dúvida, ele procurou o conselho das pessoas mais próximas.

Todos deram a ele um único conselho:

Essa é sua primeira experiência com um produto digital. Não vale a pena investir todo esse valor em um algo incerto. Faça por você mesmo, veja o resultado e, na próxima, avalie se vale realmente a pena.

Não era de fato um conselho ruim… Ele estava bem inclinado a seguí-lo, mas a sua intuição gritava para ele seguir em frente e arriscar esse investimento com o designer.

Confiando no seu instinto, na ideia do projeto e no seu “espírito empreendedor”, ele resolveu contratar esse designer de extrema qualidade, mas que cobrava um valor 5x mais caro.

Embora não pareça, essa foi uma de suas decisões mais importantes na vida, que moldou a sua maneira de enxergar o mundo e o modo de traduzir suas habilidades em conhecimento e liberdade para seus leitores.

O caro, às vezes, sai muito barato

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Após centenas de emails trocados e dezenas de reuniões via Skype (sem exageros), o eBook estava pronto para seu lançamento no mercado.

A mesma felicidade que ele teve ao terminar de assistir o vídeo sobre eBooks, ele teve ao ver seu eBook finalizado. O design estava impecável. Tão bom que, como dizia Steve Jobs, dava vontade de “lamber a tela”.

O sorriso orgulhoso no seu rosto indicava que ele havia feito a escolha correta.

Porém, analisando friamente, o dinheiro só havia sido investido, sem nenhuma garantia de retorno.

A decisão de investir todas as suas economias nesse projeto se pagariam com o tempo?

Somente no dia seguinte, ele teria a sua resposta através da demanda do público.

Para sua surpresa, o investimento não foi pago em 1 ano…

Nem 1 mês… nem mesmo 1 dia…

Mas em apenas algumas horas, com um faturamento superior a R$ 10.000.

Esse valor confirmou de uma vez por todas que o retorno sobre investimento havia sido positivo.

Porém, algo muito mais importante foi confirmado nesse dia.

Design não é simplesmente deixar algo mais bonito ou num pacote mais atraente.

Não fosse a preocupação com os elementos gráficos, a padronização das imagens, a tipografia, a página de vendas visualmente rica e fácil de usar, ele talvez não estivesse aqui contando essa história.

Sim, a história “dele” é, na verdade, a minha história pessoal.

O eBook dessa história é o meu eBook sobre investimentos, chamado “Alocação de Ativos”, que por algum tempo ocupou o primeiro lugar no ranking de vendas do Hotmart, com uma temperatura de 150º, a temperatura máxima de vendas, nunca antes alcançada nessa época.

Como é bom sermos o primeiro em um ranking, principalmente, quando você está ao lado de empreendedores digitais tão experientes, não é mesmo?

Então, o investimento havia sido pago. As minhas incontáveis horas de trabalho haviam sido pagas, mas as lições dessa experiências foram eternas, imensuráveis.

Eu aprendi diversas lições ao longo desses três meses de “férias” e que moldaram toda minha característica profissional dali para frente, como:

  • É muito melhor se comunicar com clareza do que exemplificar uma ideia através de termos e jargões complicados para mostrar que você é um expert naquilo que faz;
  • Empreender é saber tomar riscos para alçar vôos maiores. Afinal, o maior risco que você pode tomar na vida, é não tomar nenhum;
  • Design não é apenas como se mostra ser, ou como parece ser. Design é como funciona. Frase do Steve Jobs, que ficou tão clara no processo de criação da página de vendas do eBook;
  • Além do senso comum “às vezes, o barato sai caro”, o que é verdade, eu também aprendi que “às vezes, o caro sai barato”;
  • Em um mundo cada vez mais carente por atenção, aquele que souber adicionar estratégias visuais nos seus conteúdos, sairá quilometros à frente;
  • Qualidade supera quantidade. É muito melhor ter 1.000 super-fãs do que 100.000 leitores casuais. Evite as métricas da vaidade;
  • Menos é mais. Fale e escreva somente quando tiver algo muito interessante (e útil) para compartilhar.

Basta olhar como esse próprio blog design foi (e é) produzido. Você verá diversas características acima que levaram o Viver de Blog do zero a mais de 200.000 visitas mensais (e crescendo).

Como o design foi um dos pilares dessas lições aprendidas, eu quero compartilhar com você porque ele é tão essencial e convidar você à uma nova jornada.

Uma jornada por um mundo mais preocupado com qualidade, clareza e melhor design do que com empurrar produtos à qualquer custo goela abaixo das pessoas.

Continue lendo esse artigo para saber mais sobre:

  • Estudos científicos que mostram a importância do design em um site;
  • Por que 94% dos usuários que abandonam um site por um único motivo;
  • Menos é mais. Como menos opções podem resultar em mais vendas;
  • O conceito psicológico de “priming” e a importância da primeira impressão;
  • Como um redesign de um site, por si só, gerou 65% mais visitas e 133% mais emails capturados;
  • Como você pode ter um design parecido com o Viver de Blog (até melhor) sem pagar dezenas de milhares de reais.

POR QUE INVESTIR EM DESIGN?

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Design é como criar o futuro. Ele encanta os consumidores. É o responsável por transformar ideias complexas em simples soluções.

Mais do que uma simples embalagem, um bom design torna a vida das pessoas mais simples, mais fácil.

Outro dia mesmo eu mostrei a minha avó, que já passa dos 80 anos de idade, o iPad. Eu não falei nada sobre como ele funcionava ou o que ela podia fazer com ele. Porém, para minha surpresa, ela sabia exatamente o que estava fazendo, mesmo que intuitivamente.

Ela ouvia música, assistia vídeos, olhava fotos e até tirava nossas próprias fotos. Acabamos essa fascinante experiência jogando Fruit Ninja, um contra o outro. Infelizmente, ela perdeu. Aí já seria demais né? :)

Como bom observador, eu conseguia ver como era fácil ela se familiarizar com uma ferramenta que ela nunca teve acesso (ela nunca acessou a internet ou mesmo teve um computador).

Naquele momento, após tanto me divertir e observar a minha avó mexendo no iPad, eu confirmei que design é muito mais do que algo bonito, design também é como uma ferramenta ou software funciona.

Design não é apenas o que parece e o que se sente. Design é como funciona – Steve Jobs

A partir dessa frase, o mercado da música seria revolucionado com a apresentação do novo iPod.

“Diga olá para o iPod. 1.000 músicas no seu bolso” (2001)

A Apple não inventou o tocador de mp3, mas o tornou parte diária de nossas vidas quando inovou no design do iPod.

O iPod era o mais bonito entre todos os tocadores de mp3 na época, há mais de 10 anos atrás.

Porém, como a frase acima diz, design não é apenas o que parece e o que se sente. Design é como funciona.

Então, como a Apple conseguiu ir além de um simples acabamento para criar fãs religiosos que desejavam fazer parte desse grupo inovador?

Se você já teve um iPod, irá se lembrar do click wheel. (veja imagem acima)

O click wheel é essa área circular abaixo da tela em que você passava o dedo para um lado ou para o outro, podendo aumentar/diminuir o volume da música, assim como navegar entre as opções mostradas na tela. Tudo com muita rapidez.

Ele é até hoje uma das maiores inovações em experiência do usuário da história.

A relação entre produto e consumidor através do iPod era platônica, pela simplicidade e facilidade de usá-lo.

Unindo um produto com ótima aparência à uma ótima experiência de usuário, a Apple estabelecia a maestria em design para seus produtos.

Esse é um exemplo de um produto físico, o iPod, que estabeleceu uma nova legião de fãs, graças a facilidade de usar um lindo mp3 que pudesse tocar 1.000 músicas e coubesse dentro do seu bolso.

Voltando ao nosso mundo digital, como o design pode quebrar ou alavancar um site?

Design, o fator número 1 que pode destruir a credibilidade do seu site

quebrado

Local: Universidade de Nortúmbria (Newcaslte – UK).

Uma pesquisadora chamada Elizabeth Sillence e sua equipe conduziram um estudo (link) sobre os fatores que faziam usuários confiar ou desconfiar de um site, permanecendo ou saindo dele.

O estudo é bem simples. Elizabeth e sua equipe colocaram várias pessoas para visitar diversos sites na internet. Eles tinham como tarefa apenas responder se eles confiavam ou não confiavam nesses sites e o porquê.

O resultado foi surpreendente. Ao contrário do senso comum, o que faz um site não ser confiável não é seu conteúdo de má qualidade, mas sim seu design.

Mais surpreendente, foi descobrir que, a cada 100 respostas dizendo que não confiavam em um site, o motivo era 94 das vezes o mesmo: Design.

Portanto, não importa se seu conteúdo é uma obra-prima. Para um novo visitante, a primeira impressão que seu design transmite é tudo… ou nada.

Para piorar, estudos mostram que essa primeira impressão se dá muito rapidamente. Você tem apenas 8 segundos para que o visitante confie no seu site ou tudo estará perdido.

A psicologia explica esse conceito, que voltarei mais tarde nesse artigo para falar de “Priming” e como aumentar drasticamente suas chances de causar uma boa impressão com seu site.

O paradoxo das escolhas: Quando mais opções resultam em menos vendas

Você visita um site e se depara com os seguintes itens na sidebar:

  • Data e horário atual
  • Calendários de posts
  • Visitantes ao redor do mundo
  • Milhões de redes sociais
  • Infinitas categorias
  • Nuvens de tags
  • Blogs recomendados

Esses são apenas alguns parasitas que formam um enorme lixo, facilmente encontrado em sidebars de diversos blogs, principalmente iniciantes sobre marketing digital, que tentam vender tudo a todos, ocupando cada pixel de seu computador.

Porém, o que eles não sabem, ou não entendem, é que quanto mais opções você dá para o visitante do seu site, mais confuso ele ficará.

Digo isso por experiência própria e, claro, baseando-me em estudos renomados, como o da Dra. Sheena S. Iyengar para a universidade de Columbia, de nome “When Choice is Demotivating: Can One Desire Too Much of a Good Thing? ” (link).

O link o leva para aqueles PDFs longos e chatos de ler (infelizmente, é verdade). Para poupar o seu tempo, vou resumir o melhor desse trabalho aqui para você através de uma linguagem mais “humana”.

A Dra. Sheena S. Iyengar, montou um estande de degustação livre em um supermercado conhecido por sua extensa seleção de produtos, em dois sábados consecutivos.

No primeiro sábado, 24 sabores de geleia estavam disponíveis, e no outro sábado, apenas 6.

Agora, dê um palpite: Qual sábado conseguiu vender mais geleias?

Seguindo o senso comum de que quanto mais opções para o cliente melhor, você pensaria que o sábado com mais geleias vendeu mais.

Porém, não foi exatamente isso que aconteceu…

Quando 24 potes de geleia estavam disponíveis, 60% dos clientes pararam para um teste de degustação. Entretanto, apenas 3% daqueles que pararam, compraram algum pote de geleia.

Quando 6 potes de geleia estavam disponíveis, 40% dos clientes pararam para um teste de degustação e 30% compraram algum pote de geleia.

Supondo que 100.000 pessoas visitaram o supermercado em ambos os sábados teríamos os seguintes resultados:

1. Sábado com 24 potes de geleia:

  • 60.000 pessoas pararam para degustar.
  • 2.000 pessoas compraram pelo menos uma geleia.

2. Sábado com 6 potes de geleia

  • 40.000 pessoas pararam para degustar.
  • 12.000 pessoas compraram pelo menos uma geleia.

Os resultados são enormes. Mais de 10.000 pessoas compraram geleia em um sábado em relação ao outro. Um aumento de 500% nas vendas.

Moral da história: Menos é mais. Portanto, não transforme a homepage do seu site em uma coleção interminável de widgets, imagens e textos.

Caso contrário, eles terão o mesmo destino da coleção de quinquilharias que você guarda naquele quarto que ninguém visita na sua casa: A solidão.

Portanto, quanto mais elementos você colocar na sua homepage, mais opções você dará aos usuários, tornando-os mais confusos.

Como diz a frase:

Uma mente confusa não toma decisão alguma.

Você não quer que isso ocorra para o seu site, quer? Porém, como você pode resolver isso?

Acredito que a leitura desse artigo está cada vez mais mostrando a você como: Através de um bom design.

POR QUE BOM DESIGN SIMPLESMENTE FUNCIONA?

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Sabemos que o processo de compra de um produto ou serviço está ligado a 3 fatores essenciais que antecedem essa compra. São eles:

  1. Conhecer
  2. Confiar
  3. Gostar

A fórmula para vender mais é bem simples:

Conhecer + Confiar + Gostar = Vendas

Apesar de simples, essa fórmula é totalmente ignorada em um mundo obcecado por atenção, desejos próprios e ganância.

Falando em atenção… Você já reparou que a primeira impressão é extremamente poderosa tanto na vida como nos negócios?

Como vimos acima nesse artigo, 94% das pessoas tem uma impressão ruim de um website somente pelo seu design.

Primeiras impressões são tudo, porque são resultados de um conceito psicológico chamado de “Priming” em nossa memória implícita ou subconsciente, que estimula um resultado futuro.

Talvez o design desse site, o Viver de Blog, tenha causado uma boa impressão em você e, através desse conceito de “Priming”, você tenha sido estimulado a se cadastrar na lista de email para receber mais informações sobre marketing digital.

Esse caminho parece familiar para você?

Como a primeira impressão influencia toda interação futura, um bom design faz com você alcance 3 grandes objetivos:

  1. Não causar uma má impressão em 94% das pessoas que poderiam deixar seu site;
  2. Aumentar o efeito subconsciente do “Priming”, tornando seu trabalho muito mais fácil de manter o leitor no seu site;
  3. Transformar Atenção em Intenção e ação.

Você já imaginou a quantidade de visitantes que você poderia ganhar (ou deixar de perder) somente por conta de um bom design?

Se você acredita que o principal fator para usuários deixarem um website, é um bom design, você está correto.

É o que estudos da universidade de Stanford, Columbia e Nortúmbria (Inglaterra) mostram. E minhas próprias experiências e de amigos também.

Estudo de Caso: Como o redesign de um site gerou 65% mais tráfego e 133% mais capturas de emails (em apenas um mês)

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Você gostaria de:

  • Aumentar a captura de emails em 133%?
  • Aumentar as visitas em 65%?
  • Aumentar as páginas visitadas em 74%?
  • Aumentar o tempo do visitante no site (40 segundos a mais)?
  • Diminuir a taxa de rejeição (caiu 7%)?
  • Aumentar a qualidade dos comentários?

Quem não gostaria? Foram exatamente esses números que o site Quero Ficar Rico alcançou no seu primeiro mês após seu redesign, detalhados nessa entrevista que gravei com o Rafael, fundador do site.

Ao contrário do que você possa estar pensando, ele não produziu mais conteúdos nesse mês, muito menos colocou em prática novas estratégias de marketing.

Ah, mesmo antes do redesign, o blog já gerava mais de 100.000 visitas por mês e tinha uma lista acima de 30.000 emails.

Você imagina o que 133% mais emails na sua lista podem fazer diante de uma lista de 30.000 emails?

E 65% mais visitas, quando seu site já recebe mais de 100.000 visitas por mês?

Resultados expressivos para uma mudança relativamente simples.

O Rafael, apenas colocou “no ar” seu novo design, mesmo quando o anterior já era muito bom.

Se você notar no design do Quero Ficar Rico, verá boas semelhanças com o Viver de Blog:

  • O menu de navegação com poucos itens, ilustrados por ícones e o campo de pesquisa;
  • A sidebar na esquerda do blog ao invés da direita;
  • A captura de email logo acima dos artigos (com uma animação que atrai atenção);
  • Os formulários de email dentro dos artigos (no meio do conteúdo e no final);
  •  Entre diversas outras funcionalidades…

E adivinha quem produziu o redesign do Quero Ficar Rico?

Se você respondeu o mesmo designer que produziu o Viver de Blog, você acertou.

Se você reconheceu que esse designer é o mesmo designer da minha história pessoal no início desse artigo sobre o eBook, você agora sabe como um bom design é fundamental para o sucesso de um site ou produto.

Esse designer é o Márcio Duarte, com mais de 15 anos de experiência nessa área e o profissional mais inteligente e atento aos detalhes com quem já trabalhei. (e olha que sou muito exigente com detalhes)

Sabe quando você pede para um designer ou uma pessoa fazer algo para você e ela faz um trabalho meia-boca?

O Márcio pratica exatamente o oposto. Mesmo já conhecendo e trabalhando com o Márcio há mais de 2 anos, ele nunca pára de me surpreender com sua incrível qualidade de trabalho.

Às vezes, chega a ser até estranho porque ele consegue adivinhar o processo de design que está na minha cabeça, mas que não consigo passar com clareza através de rabiscos, textos e ideias.

Agora, a pergunta que você deve estar se fazendo é como ter um designer como o Márcio ou umdesign como o Viver de Blog?

Um design que seja:

  • Responsivo
  • Otimizado para SEO
  • Esteticamente atraente
  • Baseado em conceitos universais de boas práticas de usabilidade
  • Fácil de usar e configurar
  • Integração nativa com capturas de email, compartilhamento social, avisos de atenção

E a lista só cresce, se incluirmos os benefícios como:

  • Maior retenção de novos visitantes no site
  • Maior retenção de leitores que já tenham visitado o site
  • Aumento do tempo de permanência dos leitores no site
  • Aumento da captura de emails para sua lista
  • Aumento do tráfego do site

E finalmente, aumento do faturamento do seu site.

Ao contrário do que você imagina, a resposta está muito mais próxima do que você pensa ou já tenha imaginado…

COMO VOCÊ PODE TER UM DESIGN COMO O VIVER DE BLOG (OU AINDA MELHOR)?

design

Como vimos nesse artigo, um bom design pode transformar um site, trazendo a ele mais credibilidade, mais leitores e até mais receitas.

A primeira impressão no seu site é muito importante para você desperdiça-la através de um design que não é exatamente o que seu leitor espera.

Sites como o Viver de Blog, o Quero Ficar Rico e demais sites que seguem essa linha de design, podem custar até mesmo R$ 10.000 (ou mais) nas “mãos” de designers muito experientes, como o Márcio.

Porém, eu quero compartilhar com você o início de um projeto que há tempos está guardado a 7 chaves e, hoje, começa a se tornar realidade.

Após receber centenas (sem exageros) de pedidos do tipo:

“Oi Henrique, adoro o design do Viver de Blog. Como faço para ter um design igual ao seu?”

ou…

“Oi Henrique, como faço para conseguir falar com seu designer?”

Eu poderei oferecer a você (muito em breve) a melhor resposta que você poderia esperar, e sem precisar pagar R$ 10.000 ou mais para isso.

Por enquanto, o máximo que posso compartilhar é esse link aqui para você ter acesso mais rápido e direto a todas as novidades que eu e o Márcio estamos preparando para você.

Clique no link e veja como uma página do Márcio já é um motivo para ficar de queixo caído.

Ah, e para vocês que participaram da pesquisa sobre temas para wordpress (muito obrigado!) e adoraram o design dela: Você sabe onde ela foi produzida?

No Google Docs.

Sim, o Márcio, através de um CSS customizado, conseguiu transformar o design chato e padrão do Google Docs nesse fabuloso design que você viu no link acima.

Eu avisei a você. Ele nunca pára de me surpreender, mesmo após anos trabalhando juntos.

Eu gostaria de já poder compartilhar com você todos os detalhes dessa grande novidade, mas ainda estamos ajustando os últimos detalhes. Afinal, um bom design é sobre os mínimos detalhes, lembra?

O que posso adiantar é que, além de uma qualidade em design, você também poderá contar com um grande foco em conversão.

Hoje em dia, um site não pode ser somente bonito. Ele também precisa ser efetivo e atingir os objetivos do seu dono.

Por enquanto, quero convidar você para embarcar conosco nessa nova jornada, deixando para trás a era assustadora do design medíocre e partindo para uma nova era.

Uma nova era regada pela maestria do design, e os benefícios que ele é capaz de nos oferecer.

Estamos juntos nessa jornada, combinado?

Visite essa página aqui e saiba mais informações sobre esse projeto. (e aproveite para ver a beleza de página que o eu e o Márcio produzimos – O design incrível é mérito todo dele)

Até o próximo artigo!

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Sobre o autor

é o criador do primeiro infoproduto a alcançar os 150º no Hotmart, ganhando R$ 8.295,22 em menos de 14h. Continue Lendo aqui!

O que é a usabilidade

O que é a usabilidade? Porquê e quando investir em usabilidade? Como melhorar o nível de usabilidade do seu produto, aplicação ou website? Porque se deve preocupar com isso? Este artigo pretende dar respostas a estas questões.

O que significa usabilidade?

A usabilidade é um atributo de qualidade dos produtos que permite aferir se uma interface com o utilizador é fácil de utilizar. A palavra “usabilidade” também se emprega para referir o conjunto de métodos destinados a melhorar a usabilidade dos produtos.

A usabilidade é definida em 5 dimensões:

  • Aprendizagem: Quão fácil é para os utilizadores realizarem tarefas básicas no primeiro contacto que têm com a interface?
  • Eficiência: Depois dos utilizadores se tornarem experientes na utilização da interface, quão rápido conseguem realizar as tarefas?
  • Memorização: Depois de um longo período de ausência, quão facilmente conseguem os utilizadores restabelecer o seu nível de proficiência?
  • Robustez: Quantos erros cometem os utilizadores, quão severos são esses erros, e quão facilmente conseguem recuperar dos erros?
  • Satisfação: Quão agradável é a utilização do sistema?

Existem outros atributos de qualidade igualmente importantes. Um desses atributo-chave é a utilidade, que se refere à eficácia do design. O sistema permite fazer o que o utilizador pretende? A usabilidade e a utilidade são as duas faces da mesma moeda e têm igual importância. Interessa pouco que algo seja fácil de utilizar se não permite fazer o que se pretende. É igualmente inútil que um sistema permita, hipoteticamente, fazer o que se pretende, mas que não consigamos atingir esse objectivo porque a interface é demasiado difícil de utilizar. A usabilidade e a utilidade podem ser estudadas através das mesmas metodologias.

Porquê investir em usabilidade?

Na web, a usabilidade é um factor crucial de sobrevivência. Se um website é difícil de utilizar, as pessoas desistem. Se a homepage não apresenta, de forma clara, o que a empresa tem para oferecer e o que é que os utilizadores podem fazer no site, as pessoas desistem. Se os utilizadores se perdem num website, desistem. Se a informação contida num website é de difícil leitura e não responde às questões-chave dos utilizadores, eles desistem. Detecta aqui um padrão? É irrealista assumir que os utilizadores vão ler manuais ou perder tempo a tentar perceber como utilizar um website. Existem numerosas alternativas online; desistir e abandonar o site é a primeira defesa que os utilizadores têm quando encontram dificuldades de sua utilização.

A primeira lei do comércio electrónico diz que, se o utilizador não consegue encontraro produto, então também não consegue comprar o produto.

No que diz respeito às intranets, a usabilidade é sobretudo direccionada para a produtividade dos colaboradores. O tempo que os utilizadores gastam quando estão perdidos na intranet, ou a tentar interpretar interfaces complexas, é dinheiro que está a desperdiçar ao pagar-lhes o salário para não serem produtivos.

A experiência aponta para um custo com a usabilidade a rondar os 10% do orçamento destinado ao design do sistema. Em média, este custo permite mais do que duplicar as métricas de qualidade de um website e praticamente duplicar as métricas de qualidade em intranets. No caso do software aplicacional e produtos físicos, o ganho de introduzir a usabilidade no processo de design é tipicamente inferior – ainda que substancial.

Em projectos internos, considere a duplicação do investimento em usabilidade correspondente à redução para metade dos custos em formação e o aumento para o dobro das transações que os colaboradores realizam por hora. Em projectos para o público em geral, pense na duplicação das vendas, do número de utilizadores subscritores, do número de leads, ou na duplicação de outras métricas tipicamente utilizadas na medição do sucesso de projectos.

A primeira lei do e-commerce é que caso os utilizadores não consigam encontrar o produto, também não o podem comprar.

Como melhorar a usabilidade?

Existem numerosas metodologias para estudar a usabilidade de um sistema, mas podemos afirmar que a mais simples e útil é a realização de testes com utilizadores, que podemos dividir em 3 etapas:

  • Recrute utilizadores representativosdo público-alvo, tal como clientes do seu site de comércio electrónico, ou colaboradores da sua intranet (neste último caso, devem trabalhar fora do departamento que desenha e desenvolve a intranet);
  • Solicite aos utilizadores que executemtarefas representativas no sistema;
  • Observe o utilizador, tomando nota dos seus sucessos e das suas dificuldades na utilização do sistema. Não interfira e ajude o utilizador a verbalizar a sua experiência.

É importante realizar os testes com um utilizador de cada vez, e que ele tente resolver autonomamente os problemas com que se pode deparar durante o teste. No instante em que você interferir, ajudando o utilizador ou chamando a atenção do utilizador para algum aspecto da interface, terá contaminado os resultados do teste.

Com 5 utilizadores é tipicamente possível identificar os problemas de usabilidade mais importantes. E é geralmente mais útil e proveitoso realizar vários testes rápidos, em pequena escala, revendo o design e corrigindo os problemas identificados, iterativamente, do que realizar um único teste complexo e dispendioso. O design iterativo é a melhor forma de atingir um bom nível de usabilidade e de qualidade de experiência de utilização. Quantos mais testes rápidos com utilizadores realizar, mais ideias irá obter sobre como melhorar a interface.

Testes com utilizadores e focus groups são coisas bem diferentes. Focus groups são um método pouco eficaz para avaliar a usabilidade. Focus groups têm um papel importante em Marketing Research, mas para avaliar a usabilidade de um sistema, você deve observar de perto os utilizadores a interagirem com o sistema. Ouvir, simplesmente, o que os utilizadores têm a dizer (a sua opinião) pode desorientar mais do que ajudar: é preciso observá-los a realizarem tarefas na prática.

Quando investir em usabilidade?

A usabilidade tem um papel importante em várias fases do processo de design. É por isso que se defende a realização de múltiplas sessões de testes rápidos e de baixo custo. Aqui vão algumas pistas:

  1. Antes de iniciar um novo design, teste o design anterior para identificar os pontos positivos (que deve manter) e os aspectos que dificultam a vida aos utilizadores.
  2. Teste soluções da concorrência. É uma forma simples e acessível de obter dados valiosos sobre alternativas de design em sistemas com funcionalidades semelhantes às do seu produto (no caso das intranets, como é óbvio, torma-se mais difícil testar as soluções da concorrência).
  3. Vá ao terreno e realize um estudo de campo(field study) para aprender como é que os utilizadores agem e resolvem os seus problemas no seu ambiente natural.
  4. Desenhe protótipos em papel da interface (uma ou mais alternativas), e teste-os com utilizadores. Não invista muito esforço na qualidade gráfica dos protótipos iniciais, já que terá que modificar muitas opções de design depois dos testes.
  5. Refina gradualmente a interface, em várias iterações, com base nas ideias recolhidas nos testes, partindo de protótipos em papel de baixa fidelidade gráfica até chegar ao design visual final da aplicação. Teste cada iteração.
  6. Inspecione as opções de design à luz das guidelines de usabilidade estabelecidas.
  7. Uma vez implementado, teste o sistema novamente. A experiência mostra que surgem sempre problemas subtis de usabilidade durante a fase de implementação.

Não adie a realização dos testes com utilizadores até ter o sistema todo implementado. Se o fizer, irá perceber que a grande maioria dos problemas críticos de usabilidade detectados nos testes já não poderão ser corrigidos. Habitualmente, muitos destes problemas são estruturais, e a sua resolução costuma implicar alterações ao nível da arquitectura do sistema.

Onde realizar os testes?

Se realiza pelo menos um teste com utilizadores por semana, compensa investir num laboratório de usabilidade. Para a maioria das empresas, contudo, é mais do que suficiente realizar os testes em salas normais, desde que garanta um ambiente isento de ruído e distrações.

A única forma de conseguir um nível elevado de qualidade na experiência de utilização do seu produto, aplicação ou website é através de testes com utilizadores logo nas primeiras fases do processo de design, e em cada etapa desse processo. O importante é que consiga recrutar os utilizadores, que os coloque frente ao sistema, e que os observe a realizarem tarefas. Um bloco de notas é o único equipamento de que precisa.

Texto original de Jakob Nielsen em http://www.useit.com/alertbox/20030825.html.

Usabilidade na web

Neste artigo, você aprenderá a utilizar corretamente as regras básicas de usabilidade na web. Tornando o site eficiente e agradável aos diversos tipos de usuários.

Leia mais em: Usabilidade na web http://www.devmedia.com.br/usabilidade-na-web/24737#ixzz3OzXiiHKJ

Usabilidade é o método que visa facilitar a utilização de uma interface pelo usuário sem perder a interação de suas funcionalidades com o sistema. Refere-se ao grau no qual o usuário consegue realizar uma tarefa. É tornar “algo” utilizável e funcional, mais especificamente, refere-se à rapidez com que os usuários podem aprender a usar alguma coisa e sua eficiência ao utilizá-la, sua facilidade de aprendizado – facilidade de relembrar.

A usabilidade de um site ou software nada mais é do que implementação de recursos focando o usuário final.

Vocês podem estar se perguntando por que é importante existir usabilidade na web, e a resposta para esta pergunta é simples. Se você deseja que o usuário realize algo quando visitar seu site, você deve com certeza se preocupar com a usabilidade. Pois atualmente, as pessoas esperam muito dos web sites e cada vez menos aceitam um projeto ruim.

Ou seja, a má utilização da usabilidade resultará em clientes e usuários insatisfeitos e perdas de negócios.

Há a princípio sete regras básicas que devem ser seguidas, estas regras colaboram para a facilidade de aprendizado, pois o usuário consegue explorar rapidamente o sistema e realizar suas tarefas.

Clareza na arquitetura da informação:É essencial que o usuário consiga distinguir o que é prioritário e o que é secundário no site – para isso deve-se ter um bom arranjo da informação, pois os usuários podem ter dificuldades em encontrar o que procuram, e, portanto devem ser ajudados. Deve-se fornecer um senso de como a informação está estruturada e localizada. Um bom exemplo é o mapa do site.

Facilidade de navegação: O usuário deveria conseguir acessar a informação desejada no máximo em três cliques.

Simplicidade: Quem navega quer encontrar o mais rapidamente possível o objetivo da busca. Deve ser evitado qualquer exagero, dando ao usuário paz e tranquilidade para que possa analisar a informação.

A relevância do conteúdo: Sempre que questionados sobre sites, usuários se referem à qualidade e relevância do conteúdo. – um bom texto para essa mídia, o mais conciso e objetivo possível, não ser promocional ou publicitário. Os leitores online imprimem textos (eles necessitam de paginas bem curtas e informações secundaria deixada para paginas de suporte).

Manter a consistência: Quando as coisas acontecem sempre do mesmo jeito, os usuários não precisam se preocupar a respeito do que irá acontecer. Um web site deve ser gerenciado como um projeto único de interface com o usuário.

Tempo suportável: O tempo de cargas das paginas deve ser curto – 10 segundos é o máximo de tempo antes que as pessoas percam o interesse. (na web os usuários já tem uma baixa expectativa limite pode aumentar para 15 segundos).

Foco nos usuários: É o “sair do caminho”, afim de que o usuário possa fazer o que quer da maneira mais rápida possível.

Seguidas estas regras deve-se, antes de colocar seu site no ar, realizar sucessivos ciclos de análise, concepção e testes, com o objetivo de avaliar a qualidade das interações e levar em conta os resultados destas para a construção de novas versões das interfaces. O teste de usuário contribui para que se possa analisar o comportamento destes perante o site, observando assim suas virtudes e seus pontos fracos.

Se essas regras forem implementadas desde cedo, no desenvolvimento, essa estratégia pode reduzir o risco de falhas conceituais do projeto garantindo que, a cada ciclo, o sistema responda cada vez melhor às expectativas e necessidades dos usuários em suas tarefas.

Neste artigo expliquei de forma básica e rápida a necessidade da usabilidade na web. Espero que vocês tenham gostado e até a próxima.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

NIELSEN, Jakob. LORANGER, Hoa. Projetando Websites. Traduzido por Edson Furmankiewicz & Carlos Schafranski. Rio de Janeiro: Campus, 2006. Tradução de: Prioritizing web usability.

Leia mais em: Usabilidade na web http://www.devmedia.com.br/usabilidade-na-web/24737#ixzz3OzXnOATL